Arqueologia da EXPANSÃO PORTUGUESA
A ARQUEOLOGIA DA EXPANSÃO PORTUGUESA - UM APELO
Em 2006, numa iniciativa do CEAM, a ser brevemente objecto de publicação, sustentou-se, que, para a afirmação da Arqueologia da Época Moderna, seria aconselhável dedicar uma especial atenção aos vestígios materiais da Expansão Portuguesa.
Ideia que não se baseava em qualquer opção de cariz nacionalista, mas sim na constatação de que nesta área, as fontes escritas apresentam específicas e significativas lacunas.
A História da Arte, neste aspecto, já tomou a dianteira à Arqueologia e, por isso, recentemente, Vítor Serrão, apontava como sendo uma das prioridades daquela disciplina:
“8 – Estudar as realidades artísticas num alargado contexto que inclui os territórios da lusofonia e (sem preconceitos redutivos) do antigo Império”. (in, Comunicação ao colóquio dedicado ao “Dia Internacional dos Monumentos e Sítios” promovido na Universidade de Coimbra em 18.04.2009).
Não cabe aqui discutir quais sejam as fronteiras entre a História da Arte e a Arqueologia da Época Moderna, mas torna-se forçoso constatar que, relativamente aos vestígios materiais da Expansão Portuguesa, a primeira disciplina, nos últimos anos, se desenvolveu rapidamente e se adiantou à Arqueologia.
O “Apelo” que inicialmente se referiu, sofrerá, cada vez mais, da inevitável desactualização e, por isso, procurar-se-á nesta página ir dando conta das notícias que forem surgindo e sejam conexionáveis com uma “Arqueologia da Expansão Portuguesa”.
João Lizardo, Julho de 2009.
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Textos de João Lizardo:
- “A identificação do Forte Português em Quíloa“, Al-Madan, adenda elcetrónica, n.º13, 2005.
- “E se os Arqueólogos andassem pelas lojas de antiguidades?”
- “Vestígios da Expansão Portuguesa- Nem tudo o que parece é!”
- Algumas “simples” notícias a respeito dos vestígios portugueses na União Indiana.
- Vestígios da cultura Hindu reaproveitados em construções portuguesas.

