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	<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 20:23:47 +0000</pubDate>
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		<title>Notícia RDP- Escavações no Castelo São João Baptista.</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 15:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elviomsousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arqueologia Açores]]></category>

		<category><![CDATA[Projecto EAMA]]></category>

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		<category><![CDATA[Arqueologia em santa Maria]]></category>

		<category><![CDATA[Arqueologia nos Açores]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ww1.rtp.pt/acores/index.php?article=16548&amp;visual=3&amp;layout=10&amp;tm=10" target="_blank">Os arqueólogos atribuiram uma nova data à construção do forte de S. João Baptista, na Praia Formosa, em Santa Maria.</a></p>
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		<title>Arqueologia nos Açores.</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 13:47:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elviomsousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arqueologia Açores]]></category>

		<category><![CDATA[Arqueologia da Expansão Portuguesa]]></category>

		<category><![CDATA[Projecto EAMA]]></category>

		<category><![CDATA[Arqueologia na Ilha de Santa Maria]]></category>

		<category><![CDATA[Câmara Municipal de Vila do Porto]]></category>

		<category><![CDATA[CEAM - Centro de Estudos de Arqueologia Moderna e Conte]]></category>

		<category><![CDATA[Praia Formosa]]></category>

		<category><![CDATA[Prainha]]></category>

		<category><![CDATA[Santa Maria]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Equipa do CEAM está a trabalhar no Castelo de São João Baptista, em Santa Maria
Os trabalhos da equipa madeirense no local começaram no passado dia 7 terminam hoje.
Uma equipa do CEAM - Centro de Estudos de Arqueologia Moderna e Contemporânea deu início no passado fim-de-semana à terceira campanha de trabalhos arqueológicos no Castelo de São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_2178" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/08/2010.jpg"><img class="size-full wp-image-2178" title="2010" src="http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/08/2010.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">III .ª Campanha - 2010. Foto Élvio Sousa</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em>Equipa do CEAM está a trabalhar no Castelo de São João Baptista, em Santa Maria</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Os trabalhos da equipa madeirense no local começaram no passado dia 7 terminam hoje.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Uma equipa do CEAM - Centro de Estudos de Arqueologia Moderna e Contemporânea deu início no passado fim-de-semana à terceira campanha de trabalhos arqueológicos no Castelo de São João Baptista, em Santa Maria, nos Açores. Deverá voltar ainda no próximo ano para uma campanha mais alargada. A coordenação dos trabalhos é do arqueólogo madeirense Élvio Sousa.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Os estudos estão a ser executados pelo CEAM e estão direccionados para a área descoberta em Setembro que revelaram construções e materiais extremamente interessantes para a História da Ilha de Santa Maria e da arquitectura militar dos Açores&#8221;, revela o investigador.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Segundo Élvio Sousa, há razões para aprofundar os trabalhos, nomeadamente a descoberta de novos dados ao nível da arquitectura da construção adossada à torre provavelmente quinhentista. &#8220;Este elemento é absolutamente interessante na leitura do castelo, pois além de se revelar inédito, mostra a ocupação remota de um lugar estratégico da Ilha&#8221;, explicou. Nesta fase, a equipa está a fazer um levantamento topográfico para comparar a construção mais tardia com a mais antiga. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ao topógrafo, ao palobiólogo e ao antropólogo do centro madeirense juntam-se um historiador e um antropólogo dos Açores. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Esta terceira campanha termina hoje. Os estudos, que começaram há três anos, continuam em 2011 com uma escavação integral de toda a área virada a Sul, depois das pequenas sondagens e do levantamento  realizado este ano, adiantou.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Paula Henriques, Diário de Notícias - Madeira, 11 de Agosto de 2010.</p>
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		<title>Machico, memória e História.</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 08:08:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elviomsousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

		<category><![CDATA[Património Cultural]]></category>

		<category><![CDATA[Capitania]]></category>

		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Machico]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Nos últimos dias tem vindo à baila a discussão em torno da data do Concelho de Machico e, como é frequente neste tipo de novidades crono-temáticas, há sempre mal-entendidos e reacções emocionais. A opinião da professora destacada pela Secretaria Regional da Educação Zita Cardoso é o exemplo desse estado de espírito.

É óbvio que Machico, enquanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>&#8220;Nos últimos dias tem vindo à baila a discussão em torno da data do Concelho de Machico e, como é frequente neste tipo de novidades crono-temáticas, há sempre mal-entendidos e reacções emocionais. A opinião da professora destacada pela Secretaria Regional da Educação Zita Cardoso é o exemplo desse estado de espírito.</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em><br />
É óbvio que Machico, enquanto cidade histórica e primeira localidade a acolher as naus dos Descobrimentos (e já presumivelmente antes, como conta a Lenda de Machim), detém uma condição única para se afirmar do ponto de vista do calendário histórico remoto.</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>É por demais sabido que uma parte da documentação manuscrita de Machico desapareceu e por conseguinte a data precisa da elevação a vila permanece em dúvida, assim como outros acontecimentos que irremediavelmente se perderam no tempo convulsivo das aluviões, dos piratas e da incúria humana.<br />
O marco histórico que assiste à celebração do Concelho de Machico e, por inerência, um dado excepcional e único na História dos Descobrimentos Portugueses, revela-se no acto de doação da Capitania pelo Infante Dom Henrique ao primeiro capitão de Machico, Tristão Vaz Teixeira (8 de Maio de 1440).</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>A escolha do dia 9 de Outubro para celebrar o Dia do Concelho de Machico é contraditoriamente uma opção do profano celebrar uma &#8220;coisa&#8221;  que é do sagrado, aliás na tónica do Santo Amaro, em Santa Cruz, para aflorar outro exemplo.</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>Nesta caso, o feriado manter-se-ia a 9 de Outubro, mas a data escolhida para memorizar e honrar Machico seria a de 8 de Maio de 1440, na solenização da primeira doação de capitania no capítulo da História de Portugal. É mais um ponto para celebrizar e honrar Machico e a perpetuar a sua Memória.&#8221;</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>Diário de Notícias - Madeira</em>, 12 de Julho de 2010.</p>
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		<title>DRAC e CEAM arrumam &#8220;caso Massapez&#8221;.</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 10:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elviomsousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arqueologia Madeira]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Património Cultural]]></category>

		<category><![CDATA[Caso Solar Massapez]]></category>

		<category><![CDATA[CEAM]]></category>

		<category><![CDATA[DRaC]]></category>

		<category><![CDATA[DRAC Madeira]]></category>

		<category><![CDATA[Élvio Sousa]]></category>

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 &#8220;CEAM e élvio sousa pediam 7.500 euros de indemnização mas o caso está resolvido.
Em causa um processo por difamação na sequência da suspensão da autorização para o CEAM e a Archais intervirem no Solar do Massapez.
Foi uma polémica que fez correr muita tinta no Verão de 2007. Com comunicados trocados e publicados na &#8216;Net&#8217; entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><div id="attachment_2167" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/07/massapez.jpg"><img class="size-full wp-image-2167" title="massapez" src="http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/07/massapez.jpg" alt="" width="300" height="229" /></a><p class="wp-caption-text">Foto DN.</p></div></p>
<p> </p>
<p><em></em> <em>&#8220;C</em><em>EAM e élvio sousa pediam 7.500 euros de indemnização mas o caso está resolvido.</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>Em causa um processo por difamação na sequência da suspensão da autorização para o CEAM e a Archais intervirem no Solar do Massapez.</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>Foi uma polémica que fez correr muita tinta no Verão de 2007. Com comunicados trocados e publicados na &#8216;Net&#8217; entre o Centro de Estudos de Arqueologia Moderna e Contemporânea da Madeira (CEAM) e a Direcção Regional dos Assuntos Culturais (DRAC).</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>Tudo por causa da recuperação do histórico &#8216;Solar do Massapez&#8217;, no Campanário por parte do CEAM e da Archais (Associação de Arqueologia e Defesa do Património da Madeira), sob a fiscalização e tutela da DRAC. </em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>Depois de, a 14 de Novembro de 2006, ter dado autorização à Archais e ao CEAM para intervirem no Solar, a DRAC, em Dezembro de 2006, achou que as exigências regulamentadas para as intervenções arqueológicas não estavam a ser respeitadas e suspendeu a autorização concedida. As Associações levaram o caso ao Tribunal Administrativo do Funchal (TACF) movendo uma providência cautelar. A Justiça deu razão às Associações e suspendeu a decisão da DRAC de suspender os trabalhos arqueológicos. </em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>Na sequência da decisão do TACF, a 27 de Junho de 2007, as Associações divulgaram um comunicado no site dos arqueólogos (Archport), aplaudindo a decisão do Tribunal e tecendo considerações sobre a actuação o governo (leia-se DRAC).</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>A DRAC não gostou do comunicado e, a 23 de Julho de 2007, três dos seus técnicos (uma antropóloga, um arqueólogo e uma arquitecta) assinaram um contra-comunicado (esclarecimento da opinião pública) que fizeram publicar no Archport historiando toda a controvérsia em torno do Solar do Massapez e tecendo considerações que o CEAM e o seu presidente, Élvio Sousa consideraram &#8216;difamatórias&#8217;.</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>O processo seguiu para o Tribunal de Santa Cruz com Élvio Sousa e o CEAM  (acusação particular) a processarem os três técnicos da DRAC e o director regional, João Henrique Silva pela prática do crime de difamação.</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>Ao processo-crime (cuja acusação particular foi acompanhada pelo Ministério Público) foi acoplado um pedido de indemnização cível em que o CEAM e Élvio Sousa reclamavam dos quatro demandados uma indemnização de 7.500 euros (2.500 para o CEAM e 5.000 para Élvio Sousa).</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>Segundo conseguimos apurar, recentemente, as partes chegaram a acordo com a DRAC e os seus técnicos e afirmarem que não tinham intenção de difamar e o CEAM e Élvio Sousa a desistirem da instância.&#8221;</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Emanuel Silva<em>,</em> <em>Diário de Notícias -Madeira</em>, 11 de Julho de 2010.</p>
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		<title>Arqueologia madeirense na Universidade de Lisboa.</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 20:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elviomsousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arqueologia Madeira]]></category>

		<category><![CDATA[Arqueologia da Expansão Portuguesa]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Arqueologia Moderna]]></category>

		<category><![CDATA[Post medieval archaeology]]></category>

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&#8220;O arqueólogo madeirense Élvio Sousa foi convidado a participar no próximo dia 7, segunda-feira, no &#8216;Memórias, Discursos e Práticas Sociais&#8217;, um seminário promovido pelo Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com sessões semanais destinadas a todos os interessados e em especial aos estudantes e investigadores de História Medieval.
Élvio Sousa vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><em></em></div>
<div><em></em></div>
<div><em></em></div>
<div><em></em></div>
<p><em></p>
<p><div id="attachment_2159" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/06/30f2.jpg"><img class="size-medium wp-image-2159" title="30f2" src="http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/06/30f2.jpg" alt="Foto DN." width="300" height="221" /></a><p class="wp-caption-text">Foto DN.</p></div></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>&#8220;O arqueólogo madeirense Élvio Sousa foi convidado a participar no próximo dia 7, segunda-feira, no &#8216;Memórias, Discursos e Práticas Sociais&#8217;, um seminário promovido pelo Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com sessões semanais destinadas a todos os interessados e em especial aos estudantes e investigadores de História Medieval.</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>Élvio Sousa vai em representação CEAM - Centro de Estudos de Arqueologia Moderna e vai fazer uma apresentação intitulada &#8216;Ilhas de Arqueologia. O Quotidiano e a Civilização Material na Madeira e nos Açores (sécs. XV-XVIII)&#8217;, onde aborda sobretudo a arqueologia madeirense, em especial a evolução da investigação em Santa Cruz e no Funchal. A comunicação é parte do trabalho que o investigador está a realizar para a sua tese de doutoramento, que é mais abrangente e dedicada à Arqueologia da Madeira e dos Açores e que deve entregar em Abril de 2011.</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>Segundo o especialista, houve um trabalho pioneiro em Santa Cruz com a intervenção nas ruínas do Convento da Piedade por parte de António Aragão e o Funchal destacou-se também pelos muitos acontecimentos pautados por achados ocasionais que despertaram o interesse das elites intelectuais, havendo mesmo a sugestão de criação de um Museu Arqueológico no início do século XX, contou. &#8220;O que muita gente não sabe, particularmente em Lisboa, é que a arqueologia começou na Madeira muito prematuramente também&#8221;. Segundo o seu trabalho, nos anos 60 já havia e, de uma forma já tecnicamente feita, foi iniciada por D. António Aragão na cidade de Santa Cruz, na ruínas do referido convento. Em termos de escavações, há registos no séc. XIX nas Ilhas Selvagens e em Machico. &#8220;É uma informação que é muito importante não só para a Madeira, mas para a própria Faculdade porque os métodos que foram adoptados, com a preocupação técnica que foi tida em conta, é bastante para explicar o nascimento da arqueologia em Portugal e que a Madeira foi importante, tal como foram os Açores na mesma altura, mas com outra pessoa&#8221;, justificou.<br />
O Forte de São José, a Quinta dos Padres, o Solar Dona Mécia e a Capela da Esperança são exemplos que vai levar a Lisboa.&#8221;</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Diário de Notícias-Madeira, 5 de Junho de 2010.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> </p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> </p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> </p>
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		<title>Memórias, Discursos e Práticas Sociais.</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 09:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elviomsousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arqueologia Açores]]></category>

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		<category><![CDATA[Arqueologia na Madeira e Açores]]></category>

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		<description><![CDATA[Consulte aqui o programa.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Consulte a<a href="http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/06/programaactualizado.pdf">qui </a>o programa.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>É já amanhã. III Colóquio Património Cultural Imaterial de Machico.</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 12:17:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elviomsousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Património Cultural]]></category>

		<category><![CDATA[Património Cultural Imaterial]]></category>

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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/convitecoloquiomx1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2150" title="convitecoloquiomx1" src="http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/convitecoloquiomx1.jpg" alt="" width="500" height="476" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Vestígios da cultura Hindu reaproveitados em construções portuguesas</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 15:25:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elviomsousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arqueologia da Expansão Portuguesa]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

		<category><![CDATA[João Lizardo]]></category>

		<category><![CDATA[Património Cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[
Vestígios da cultura Hindu reaproveitados em construções portuguesas.
Na história da humanidade dificilmente se encontrarão relatos escritos que nos informem sobre a cultura, a tecnologia, os modos de vida daqueles a quem, a partir de um certo momento, é atribuído o estatuto de colonizado.
Será por demais óbvio que a Expansão Portuguesa não escapou a esta regra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href=" http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/imgp3445-copia.jpg"></a></p>
<p><div id="attachment_1765" class="wp-caption alignnone" style="width: 458px"><a href=" http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/imgp3445-copia.jpg"><img class="size-full wp-image-1765" title="JL" src=" http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/imgp3445-copia.jpg" alt="" width="448" height="278" /></a><p class="wp-caption-text"> Vestígios da cultura Hindu.</p></div></p>
<p><strong>Vestígios da cultura Hindu reaproveitados em construções portuguesas.</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Na história da humanidade dificilmente se encontrarão relatos escritos que nos informem sobre a cultura, a tecnologia, os modos de vida daqueles a quem, a partir de um certo momento, é atribuído o estatuto de colonizado.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Será por demais óbvio que a Expansão Portuguesa não escapou a esta regra e, por isso, é natural que as obras levadas a cabo pelos portugueses nos surjam como se tivessem nascido a partir do nada.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Para mais informações, consulte a página da <a href="http://ceam.pt/?page_id=1764">Arqueologia da Expansão Portuguesa</a></p>
<p>________________________________________</p>
<p>Textos:</p>
<p>- João Lizardo, <a href=" http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/vestigios-da-cultura-hindu-reaproveitados-em-construcoes-portuguesas.pdf" target="_blank"></a><a href=" http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/vestigios-da-cultura-hindu-reaproveitados-em-construcoes-portuguesas.pdf"> Vestígios da cultura Hindu reaproveitados em construções portuguesas</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Algumas “simples” notícias a respeito dos vestígios portugueses na União Indiana</title>
		<link>http://ceam.pt/?p=2111</link>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 15:10:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elviomsousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arqueologia da Expansão Portuguesa]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[India]]></category>

		<category><![CDATA[João Lizardo]]></category>

		<category><![CDATA[União Indiana]]></category>

		<category><![CDATA[vestígios portugueses]]></category>

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		<description><![CDATA[
 Algumas “simples” notícias a respeito dos vestígios portugueses na União Indiana.
Para o observador desprevenido tudo indica que o governo indiano está a fazer um grande investimento na recuperação dos monumentos portugueses nesse país, investimento que se afigura como surpreendente face ao interesse que no nosso país dedicamos aos nossos próprios monumentos.
Na Índia, tal como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href=" http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/1-copia4.jpg"></a></p>
<p><div id="attachment_1765" class="wp-caption alignnone" style="width: 458px"><a href=" http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/1-copia4.jpg"><img class="size-full wp-image-1765" title="JL" src=" http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/1-copia4.jpg" alt="" width="448" height="278" /></a><p class="wp-caption-text"> Trabalhos no Convento de São Francisco de Chaúl, Abril de 2010.</p></div></p>
<p><strong> Algumas “simples” notícias a respeito dos vestígios portugueses na União Indiana.</strong></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Para o observador desprevenido tudo indica que o governo indiano está a fazer um grande investimento na recuperação dos monumentos portugueses nesse país, investimento que se afigura como surpreendente face ao interesse que no nosso país dedicamos aos nossos próprios monumentos.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Na Índia, tal como em qualquer outro país, as operações de restauro de construções antigas traduzem-se sempre num delicado equilíbrio entre a opinião das populações e a opinião dos especialistas. E, por isso, alguns destes restauros poderão eventualmente destruir mais do que conservar.</p>
<p>Para mais informações, consulte a página da <a href="http://ceam.pt/?page_id=1764">Arqueologia da Expansão Portuguesa</a><br />
________________________________________</p>
<p>Textos:</p>
<p>- João Lizardo, <a href=" http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/algumas.pdf" target="_blank"></a><a href=" http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/algumas.pdf"> Algumas “simples” notícias a respeito dos vestígios portugueses na União Indiana</a>.</p>
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		<title>Museus com colecções de Arqueologia.</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 11:32:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elviomsousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arqueologia Madeira]]></category>

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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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Foro DR.


&#8220;Isabel Gouveia, Presidente da Direcção da Associação de Arqueologia e Defesa do património da Madeira defendeu, na semana passada, a sua dissertação de Mestrado subordinada ao tema &#8220;As Colecções de Arqueologia dos Museus na Região Autónoma da Madeira. Uma proposta de Abordagem pedagógica dos Acervos&#8221;
A tese desenvolve o potencial adormecido ao nível dos objectos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp"><a href="http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/mestrado-1.jpg"></a>
<dl id="attachment_2094" class="wp-caption alignnone" style="width: 458px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/mestrado-2.jpg"><img class="size-full wp-image-2094" title="mestrado-2" src="http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/mestrado-2.jpg" alt="" width="448" height="336" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Foro DR.</dd>
</dl>
</div>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">&#8220;<em>Isabel Gouveia, Presidente da Direcção da Associação de Arqueologia e Defesa do património da Madeira defendeu, na semana passada, a sua dissertação de Mestrado subordinada ao tema &#8220;As Colecções de Arqueologia dos Museus na Região Autónoma da Madeira. Uma proposta de Abordagem pedagógica dos Acervos&#8221;<br />
A tese desenvolve o potencial adormecido ao nível dos objectos e artefactos que detêm um historial arqueológico no arquipélago, a saber, os museus do Açúcar, Quinta das Cruzes, Solar do Ribeirinho, Colombo, Rota da Cal e Junta de Freguesia de Machico.<br />
</em></p>
<p><div id="attachment_2095" class="wp-caption alignnone" style="width: 458px"><a href="http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/mestrado-1.jpg"><img class="size-full wp-image-2095" title="mestrado-1" src="http://ceam.pt/wp-content/uploads/2010/05/mestrado-1.jpg" alt="" width="448" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">Foto DR. Mambros do Júri.Da Direita para a esquerda: Jorge Oliveira, João Carlos Brigola, Filipe Themudo Barata, Leonor Rocha, Élvio Sousa. </p></div></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>O trabalho, avaliado com nota excelente pelo júri vem, também, demonstrar a qualidade e a determinação dos recursos humanos envolvidos no associativismo regional há mais de dez anos. Na verdade, a perseverança e a notoriedade não se adquirem de um dia para outro. Conquistam-se com esforço e trabalho sério, de anos e anos de dedicação à causa da memória cultural.<br />
Serve o exemplo para tecer uma constatação. Há gente que ainda acredita que a reputação e o mérito são valores adquiridos por herança. Há coisas que se compram ou que se copiam. Outras, porém, são conquistadas passo a passo com seriedade e creditação pessoal.</em> &#8221;</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"> </p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Élvio Sousa, Diário Cidade, 2 de Maio de 2010</p>
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